Como evitar os acidentes de trânsito e manter a frota segura
A mobilidade no trânsito é um fator crítico de sucesso para qualquer empresa que dependa de logística. Por isso, gerir frotas é uma atividade diretamente ligada à competitividade empresarial e boa prestação de serviços. Evitar acidentes de trânsito e prejuízos é um diferencial.
A frota de veículos em circulação no Brasil alcançou 42,9 milhões de unidades em 2016, com crescimento de 0,7% em relação ao ano anterior. Os dados apresentados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) se referem aos automóveis, comerciais leves e ônibus.
Os desafios de gerir frotas no Brasil envolvem vários aspectos. O primeiro deles é a redução de custos. Com o controle adequado, uma empresa consegue reduzir em até 20% custos com manutenção e ter melhor produtividade.
Diretamente ligado a custos, outro desafio é gerir gastos com combustível. As frotas estão cadas vez mais modernas e econômicas, no entanto, não acompanhar e planejar a rotina de trajetos e viagens pode pesar no bolso da empresa.
Da mesma forma se faz necessário acompanhar a ociosidade dos veículos. O avanço tecnológico torna a idade da frota um fator crucial para a economia das operações. Por isso a renovação da frota e acompanhamento da depreciação deve estar nos planos da empresa.
Acompanhar o perfil de condução do motorista e o desempenho do veículo pode garantir segurança e economia. Isso porque vários riscos, como acidentes de trânsito e até mesmo prejuízos, podem ser evitados.
Existem atualmente no Brasil 6,4 milhões de estabelecimentos, sendo 99% de micro e pequenas empresas (MPE). As MPEs respondem por 52% dos empregados com carteira assinada no setor privado (16,1 milhões), segundo dados do Sebrae.
Fonte: O Globo
A representatividade das micro e pequenas empresas na economia brasileira é grande. Na mesma proporção, as dificuldades diárias que muitos empresários enfrentam em relação ao planejamento financeiro e controle operacional.
Muitos negócios usam logística em suas operações. Seja para realizar entregas, buscar e levar materiais ou transportar cargas. Independente do tamanho do negócio, gerir a frota é uma forma inteligente de administrar esses recursos, mesmo com poucos veículos.
Vale ressaltar que a falta de planejamento financeiro é uma das principais razões do fechamento de empresas no Brasil. Mais de 70% das micro e pequenas empresas brasileiras fecham as portas nos cinco primeiros anos de vida, segundo o portal Administradores.
Independente do tamanho do seu negócio e da quantidade de veículos, sua empresa vai ter problemas se não gerir a frota. Uma realidade que muitos empresários ignoram, mas que é inevitável.
Quando se fala de veículos, há vários fatores que precisam ser levados em consideração: motoristas, manutenção, combustível, quilometragem, acidentes de trânsito, rotas, multas, entre outros.
Imagine o seguinte cenário: um motorista tem 10 entregas de mercadorias para fazer em um dia. O mínimo que se pensa para organizar essa atividade é planejar a rota, ter noção de tempo em cada local, abastecer o veículo e orientar o motorista.
6 motivos para sua empresa investir hoje mesmo em gestão de frotas
Agora pense nas coisas que você não mapeou e que podem acontecer ao longo do dia de trabalho: acidentes de trânsito, desvio de rota, atraso na entrega. Como evitar que esses imprevistos aconteçam?
A tecnologia contribui para gerir frotas com maior eficiência. Com o Quatenus é possível acessar informações em tempo real, o que permite ao gestor melhores insights para tomada de decisões.
Como já falamos, independente do tamanho da empresa, todas buscam a mesma coisa: reduzir custos e aumentar a produtividade. Veja abaixo os principais benefícios de usar Quatenus ao gerir frotas:
Evitar a perda de tempo e dinheiroMonitorando os veículos em tempo real, ponto-a-ponto, do início ao fim da viagem, é possível descobrir se há desvios de rota, troca de peças, problemas com a carga ou com o desempenho dos condutores. Ter o controle da frota pode evitar prejuízos.
Aumentar a segurança dos condutoresÉ possível identificar se o tempo de parada em cada local e se houve desvio de rotas. Com informações online, o gestor de frota identifica se algum comportamento está fora do padrão e adota ações para verificar se há algum indício de sequestro ou roubo. Além disso, acidentes de trânsito podem ser evitados.
Otimizar rotasUma das vantagens é poder auxiliar os condutores em caso de imprevistos, como acidentes de trânsito, congestionamentos e bloqueios de estradas. Evita atrasos e estragos de cargas perecíveis, por exemplo.
Agilizar a tomada de decisõesCom o monitoramento em tempo real e alertas de segurança, é possível antecipar decisões importantes e garantir mais segurança para a sua empresa.
Prevenir acidentes de trânsito e multasCom dados de geolocalização e velocidade, fica fácil descobrir se os condutores estão andando na velocidade permitida no trecho em que se encontram, evitando, assim, acidentes e despesas com multas de trânsito.
De acordo com dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde, desde 2010, ocorrem em média 15 mil acidentes envolvendo motoristas do transporte de cargas, com 1,5 mil mortes por ano, segundo informações publicadas no portal Correio Braziliense.
O principal motivo é o perfil de condução do motorista. Não é novidade que grande parte dos acidentes de trânsito são resultado de imprudência. Por isso é importante acompanhar o desempenho do condutor e tomar atitudes preventivas para evitar perdas.
A tecnologia tem sido uma grande aliada na gestão de riscos da frota. Isso porque é possível ter informações em tempo útil sobre motorista e veículo. Um benefício que gera mais segurança e confiabilidade para o negócio.
Vamos apresentar alguns dados sobre as principais causas de acidentes de trânsito no Brasil e como poderiam ter sido evitados com a ajuda da tecnologia.
As principais causas de acidentes de trânsito no Brasil:
Consumo de ÁlcoolDe acordo com os dados divulgados pelo Ministério da Saúde, na Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), 24,3% dos motoristas admitiram que dirigem após consumir alguma bebida alcoólica.
Excesso de VelocidadeAo ultrapassar a velocidade mínima permitida, o condutor diminui o seu tempo de reação a incidentes e ao surgimento de obstáculos na estrada. Segundo matéria publicada no Jornal NH , só em 2016 o excesso de velocidade causou 1,2 milhões de mortes no Brasil.
Multas por excesso de velocidade podem chegar a R$ 880
Falta de atenção e distraçõesNo topo da lista das causas da distração está o uso do celular. O uso de um dispositivo móvel ao volante pode aumentar em mais 12 vezes as chances de ocorrer um acidente de trânsito. O uso do celular já é a segunda maior causa de acidentes de trânsito, conforme matéria publicada no portal R7.
Cansaço ou SonoCansado e com sono, o motorista terá sua capacidade de reação totalmente comprometida. E numa estrada tranquila, ele poderá simplesmente adormecer ao volante. Sono e cansaço são responsáveis por até 50% dos acidentes de trânsito em rodovias, de acordo com pesquisa do Observatório Nacional de Segurança Viária.
Ultrapassagem InadequadaUltrapassar em curvas ou na marcação de linha contínua expõe o condutor a dar de frente com um veículo na faixa contrária. Em 2016 foram registradas 6.398 mortes nas estradas federais, sendo 510 por ultrapassagens indevidas. Esses são os dados publicados no portal Atlas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro.
ImprudênciaMuitas vezes, o motorista põe a si mesmo e a outros o risco de acidentes de trânsito, por não obedecer a sinalização, como faixas e semáforos. O Brasil está em quinto lugar entre os países recordistas em mortes no trânsito, atrás da Índia, China, Estados Unidos e Rússia. No Continente Americano, o país tem o quarto pior desempenho atrás de Belize, República Dominicana e Venezuela.

Muito utilizada para entregas rápidas, é a opção de veículo mais comum no segmento de delivery. Para utilizar o baú, é necessário documentação expedida pelo Denatran e a regra é válida apenas para motofretes.
Utilitários
São veículos para cargas leves, que realizam pequenos fretes. Geralmente utilizado em e-commerce, shopping e transportadores de volumes menores. Entram nessa categoria furgões, vans e veículos comerciais leves.

São veículos de menor porte adaptados para transitar em grandes cidades. É necessário conseguir Autorização Especial de Trânsito para Caminhões e ter medidas específicas para ser caracterizado como um VUC. As carrocerias mais utilizadas são baú, refrigerado e frigorífico.

Geralmente é utilizado para transportar produtos de distribuição ou cargas secas (feijão, açúcar, óleo). As carrocerias mais usadas são baú e grade baixa.

Muito utilizado para transportar cargas como cimento, açúcar e soja. Conta com três eixos e as carrocerias mais usadas são baú, grade baixa, sider e graneleira.

Com quatro eixos, o modelo tem capacidade maior de peso e por isso transporta cargas maiores com mais desempenho. Geralmente é utilizado para o transporte de carga seca e outras operações logísticas no mercado.

Popularmente conhecido como carreta simples, possui dois eixos e acopla um semi-reboque para transitar com diversas cargas. As carrocerias mais usadas são baú, grade baixa, graneleira, sider, refrigerada e porta container.

Também conhecida como cavalo mecânico trucado, se diferencia por ter um eixo dianteiro e dois traseiros. Vários tipos de carroceria são utilizados nesse modelo.

Mais de 43% dos acidentes de trânsito nas rodovias federais terminam com mortos ou feridos. No Brasil, a taxa é de 1 morto para cada 10 Km nas rodovias federais.
A curta rodovia que liga a capital federal ao Rio de Janeiro tem a maior taxa de mortes do país: 9,52
Com a segunda maior taxa de mortes, a rodovia Fernão Dias tem uma taxa 6,9.
Principal rodovia do país, com o trecho mais perigoso no Paraná, tem a taxa de mortes por 10 Km em 4,76.


Fonte: O Globo
Da empresa é possível acompanhar a rotina do motorista e evitar problemas. Foi o que o gestor de frotas de uma empresa de segurança fez. Ele verificou na plataforma Quatenus o acidente que estava acontecendo.
Um veículo de carga leve, modelo Hyundai HR, trafegava pela Rodovia Presidente Castelo Branco (SP) a 119,3 Km/h enquanto chovia. Mas o limite de velocidade nesta rodovia é de 90 Km/h para veículos pesados (ônibus e caminhões).
Relatório com resumo do trajeto
Rodovia Presidente Castelo Branco, local onde aconteceu o acidente de trânsito
O gestor da frotas visualizou alertas na plataforma e percebeu que algo estava errado. A comunicação do Quatenus era de minuto em minuto, mas passou a comunicar de segundo em segundo. Essa tecnologia é a única no Brasil e um dos grandes diferenciais de mercado que a Quatenus oferece.
Visualização satelital do impacto e capotamento fornecida pelo Quatenus
Isso porque o sistema utiliza a mesma tecnologia da Fórmula 1, a telemetria. Conceitualmente, a telemetria coleta informações e parâmetros sobre o funcionamento do veículo. É possível acompanhar cada componente e tomar decisões importantes durante o seu desempenho.
O excesso de informações no Quatenus era o registro do acidente que estava acontecendo naquele momento. Para entender melhor cada detalhe, acompanhe a tela abaixo:
Tela do Quatenus com todos os detalhes do acidente
Cada ícone registrado corresponde a um evento. O conceito de evento no Quatenus nada mais é que a própria informação do que está acontecendo ou aconteceu (ex.: acidentes de trânsito). Desta forma, a plataforma reúne dados como data, horário, status do veículo, velocidade, qualidade do sinal do GPS e GSM.
Vamos interpretar abaixo cada evento para traçar um panorama do que aconteceu:
O ícone em azul representa visualmente a descrição do evento. Neste caso, indica que a comunicação de dados está normal, na data e horário indicados. A coluna “ligado” em verde significa que o carro estava ligado nesse momento, a 119,3 Km/h.
A coluna “pitch” indica a inclinação do veículo, que neste caso, está plano. “Roll” aponta a rotação do veículo. As colunas seguintes informam a qualidade do sinal de comunicação (GPS/GSM). Quanto mais sinal de GPS, melhor a precisão de localização do veículo.
O ícone em laranja, a redução da velocidade para 104,3 Km/h, a inclinação e rotação do veículo às 15:47:42 (22 segundos após o primeiro evento), indicam o primeiro impacto do veículo.
Um segundo depois do evento anterior, a velocidade continua caindo (agora em 92,6 Km/h), a inclinação e rotação do veículo aumentam. Isso indica o segundo impacto do veículo já um segundo depois.
Em relação ao evento anterior, também após um segundo, o veículo continua reduzindo a velocidade (78,9 Km/h). A inclinação e rotação aumentam, indicando o terceiro impacto do veículo.
Com a rotação aumentada do veículo, a velocidade ainda em redução (68,6 Km/h), às 15:47:45 (um segundo após o evento anterior) o sistema aponta o início do capotamento do veículo.
Após 35 segundos do evento anterior, o Quatenus informa que a comunicação de dados continua normal e o veículo ligado. A velocidade em 0,0 Km/h e a inclinação total apontam que o carro está totalmente capotado.
Passados 33 minutos e 22 segundos do evento anterior, o veículo continua ligado e capotado.
Após um minuto do evento anterior, o Quatenus informa que o veículo continua ligado e capotado, mas com falha na bateria.
Como o veículo continua na mesma condição (ligado e capotado), o sistema registra as informações com maior espaço de tempo: três minutos entre o 9० e 10० evento.
Quatro minutos após o evento anterior, o veículo permanece capotado, mas agora desligado.
Como o veículo permaneceu na mesma condição anterior, após 15 minutos, o Quatenus entra em hibernação. Esse recurso é um diferencial para poupar a bateria do veículo.
Após um minuto, o sistema informa nova falha na bateria. O veículo continua desligado e capotado.
O Quatenus é desconectado depois de 15 minutos do evento anterior. É possível supor que a bateria do veículo foi desconectada pela equipe de socorro, para evitar riscos de explosão.
Após seis minutos, o veículo (que continua desligado), registra movimento. Analisando sua inclinação e rotação, é possível interpretar que a equipe de socorro está virando o veículo para ficar com os pneus no chão.
O Quatenus informou após 15 minutos do evento anterior que o sistema entrou em hibernação. Nota-se pela inclinação e rotação que o veículo voltou a posição correta.
Um minuto depois, a bateria registra nova falha.
Quanto custa para uma empresa a imprudência de um motorista?
Vamos fazer uma estimativa para um veículo não monitorado por sistema de gestão de frota:

Fonte: Pesquisa Interna Quatenus
Observe os dois últimos tópicos da tabela. Como mensurar a perda de um cliente e má reputação? Como medir o resultado negativo de uma marca mal falada? Com apenas um clique, você já pode perceber o impacto que isso causa à uma empresa.
Os gastos com a gestão de frota podem chegar até 12% da receita da empresa, de acordo com a pesquisa Custo Logístico no Brasil, da Fundação Dom Cabral (FDC). Mas com o auxílio da tecnologia, o empresário pode evitar perdas no negócio, garantir melhor controle de custos e evitar acidentes de trânsito.
Com o Quatenus é possível garantir o fim do desperdício logístico na empresa. Com essa solução, o gestor acompanha a localização em tempo real dos veículos, tem registro de excesso de velocidade, reduz o consumo de combustível, acompanha o histórico de trajetos e elabora o ranking de condutores. Tudo isso também contribui para a diminuição dos riscos de acidentes de trânsito.
Você pode acompanhar alguns especialistas em tecnologia e telemetria para gestão de frotas e segurança:
Presidente da Quatenus no Brasil. É licenciado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores pelo Instituto Superior Técnico de Lisboa (Portugal) e foi professor na Escola Superior de Ciências Empresariais do Instituto Politécnico de Setúbal. É MBA em Gestão de Informação pela Universidade Católica Portuguesa e administra empresas desde 1988.
Administrador e Gestor de Marketing da Quatenus no Brasil. Catarinense, MBA em Gestão de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), mestrando em Design com foco em Serviços, ex-Policial Militar. Estagiou nos EUA no NOAA (National Oceanic & Atmospheric Administration), organização a qual faz parte do Departamento de Comércio dos EUA, assim como trabalhou em Montana (EUA) e no Hawaii.
Policial Militar da reserva da PMESP (Polícia Militar do Estado de São Paulo) e membro fundador do GATE (Grupo de Ações Táticas Especiais). Integrou também a equipe da ROTA e esteve na primeira turma de policiais brasileiros na SWAT em Miami, EUA, em 1990. Autor de 8 livros na área da segurança. Jonas é Guest Poster do blog Quatenus.
Graduado em Segurança Pública e pós graduado em Políticas Públicas de Segurança. Esteve por dez Anos à frente da Penitenciária Industrial de Joinville (PIJ), tornando-a referência em nível nacional com o menor nível de reincidência, e por 28 anos integrou a Polícia Militar de Santa Catarina através de forças táticas como Choque e Grupo de Resposta Tática (GRT). Richard é Guest Poster do blog Quatenus.
Selecionamos algumas leituras para você melhorar seu conhecimento:
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A edição traz informações atualizadas sobre legislação e novas tecnologias aplicadas à gestão de frotas. Além disso, outros itens são abordados como operação e renovação de frotas, especificação de veículos, custos, planejamento da manutenção e acomodação de cargas.
Amir Mattar Valente, Antonio Galvao Novaes, Eunice Passaglia, Heitor Vieira

Gestão, armazenagem e ferramentas da administração de estoques, PPCP, administração de compras, custos logísticos, distribuição e embalagens. Transportes, Just In Time e Supply Chain Management são os principais assuntos abordados no livro. A obra foi idealizada para orientar alunos e interessados em adquirir ou ampliar conhecimentos ligados à área.
José Antonio de Mattos Castiglioni

Encontrado recentemente, o manuscrito que se manteve inédito após a morte do autor, traz o conceito de tecnologia sob a ótica de um filósofo. A obra foi escrita na forma de 1.410 laudas datilografadas em máquina de escrever e cuidadosamente corrigidas a mão.
Álvaro Vieira Pinto
Confira os principais eventos do setor pelo mundo:
Etransport (Brasil)Uma das maiores feiras de serviços e produtos voltados à mobilidade urbana na América Latina, é ponto obrigatório para profissionais do setor. O evento, que se consolidou ao longo de 10 edições e que é ponto obrigatório na agenda de empresários do setor e seus fornecedores. Assim podemos definir a Feira Rio Transportes – FetransRio.
Logimat (Alemanha)O evento apresenta uma visão completa da indústria intralogística: tecnologias inovadoras, produtos, sistemas e soluções para racionalizar e otimizar os custos dos processos logísticos internos: aquisição, armazenamento, produção e distribuição.
Transpo Sul (Brasil)Transpo Sul: Feira e Congresso de Transporte e Logística reúne as melhores marcas e profissionais do setor para apresentar as últimas novidades em produtos e serviços. O evento também promove cursos, palestras, rodada de negócios e networking.
Se você gosta de ação e não perde um bom filme, confira nossas sugestões:
Jack Stanfield é um especialista em sistemas de segurança de bancos e construiu sua carreira desenvolvendo programas antirroubos computadorizados para instituições financeiras. Sabendo disso, um mestre do crime sequestra a família de Jack e, como resgate, exige que ele quebre um de seus próprios sistemas de segurança e roube 100 milhões de dólares.
Se você acha que a onda de carros elétricos é coisa nova, este filme vai te surpreender. Dirigido por Chris Paine, o documentário mostra como uma forte onda de eletrificação automotiva nos anos 90 nos Estados Unidos foi praticamente liquidada em favorecimento dos motores combustão e como a dependência do petróleo foi potencializada pelas fabricantes de automóveis.
O Lapa Azul é um documentário brasileiro de 2007 que relata as experiências dos pracinhas brasileiros, do III Batalhão do 11º Regimento de Infantaria da Força Expedicionária Brasileira durante a II Guerra Mundial.

“Com a Quatenus conseguimos redução de custos para nossos clientes”
Armando Theodorovitz, Proprietário da Auto Eletro Três Barras (Bosch Service)

Sobre o autor(a)
Jaquelini